Entrevista com Pierre-Marc De Biasi

Autores

  • Sergio Romanelli Universidade Federal de Santa Catarina
  • Hanna Betina Götz Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7968.2012v1n29p223

Palavras-chave:

Tradução

Resumo

Formado no ENS de Saint-Cloud e no ENSBA de Paris, doutor e pesquisador, Pierre-Marc de Biasi é coordenador de pesquisa no CNRS (ITEM: Institut des Textes et Manuscrits modernes). É membro do Doutorado da Université Paris 7, encarregado de um seminário de pesquisa na Université Paris 4 Sorbonne, membro da comissão editorial de várias revistas (Magazine littéraire, Genesis, Cahiers de médiologie, etc.), diretor de inúmeras coleções literárias ou críticas (Hachette Supérieur, Seuil, CNRS éditions). Especialista em genética literária, é autor de vários artigos teóricos sobre a análise de manuscritos modernos e sobre a gênese da obra (especialmente na Encyclopædia Universalis, La génétique des textes, Nathan 2000, etc.), sobre a história da escritura e as novas tecnologias, além de muitos ensaios, edições ou estudos das obras editadas e dos manuscritos de Flaubert: Carnets de travail Balland, 1988- prêmio da crítica da Académie française); Voyage en Égypte Grasset, 1991); L'Éducation sentimentale (Seuil, 1993; Madame Bovary (Imprimerie Nationale, 1994), Trois Contes (Bouvard et Pécuchet); 'Éducation sentimentale (Classiques de poche, 1999-2002); laubert, l'homme-plume (Gallimard "Découvertes", 2002), etc. P.- . de Biasi é também especialista em história do papel (Pouvoirs du papier, Cahiers de médiologie n°4, Gallimard, 1997 ; Le Devenir des papiers modernes, BNF 1997 ; La Saga du papier, un film Théma Arte 1999 ; Un livre d'art, Adam Biro-Arte édition, 1999 ; Une synthèse illustrée, Le papier, une aventure au quotidien, Gallimard "Découvertes", 1999). Paralelamente ao seu trabalho literário, P.-M. de Biasi tem publicado sobre a história da arte (pintura, arquitetura,  Genesis 14, junho 2000) e desenvolve uma pesquisa criativa nas artes plásticas (pintura, escultura, instalações). Com cerca de quarenta exposições em museus e em galerias após 1977, suas obras entraram em cerca de cem coleções particulares ou públicas na França, na Europa, no Japão e nos EUA. A partir de 1988, P. M. de Biasi realizou várias esculturas e instalações para Paris e outras cidades da França por conta de órgãos públicos.

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Publicado

2012-07-30

Edição

Seção

Entrevistas