Labor and Care Policies in the Third Lula Government

Authors

DOI:

https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2105605

Keywords:

Sexual Division of Labor, Care Work, gender, Inequality

Abstract

Despite being in the first quarter of the 21st century, gender and racial inequalities in the labor market persist, such as wage disparities and the disproportionate burden of care work responsibilities on women. Amidst the rise of neoliberalism and ultraconservatism worldwide and in Brazil, this article analyzes labor and care policies enacted during President Lula’s third term (2023-2025), exploring their advances, challenges, and prospects. Using documentary research of the Equal Pay Law and the National Care Policy, the study finds that these policies were rapidly adopted, highlighting their importance within Brazil’s public agenda. However, they also present concessions that reflect tensions and contradictions, positioning them as islands of resistance in a sea of neoliberal conservatism.

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Author Biographies

Anabelle Carrilho, Universidade de Brasília

É Professora Adjunta do Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília. Doutora e mestra em Política Social pela mesma Universidade. Pesquisadora dos Grupos de Pesquisa Trabalho, Educação e Discriminação - TEDis e Gênero, Política Social e Serviços Sociais - GENPOSS.

Hayeska Costa Barroso, Universidade de Brasília

É Professora Adjunta do Departamento de Serviço Social (SER) e do Programa de Pós-Graduação em Política Social (PPGPS) da Universidade de Brasília (UnB); doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC); mestre em Políticas Públicas e Sociedade pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Maternidades, Parentalidade e Sociedade (GMATER-CNPq); Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Fundamentos do Serviço Social e América Latina (GFAL-UnB).

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Published

2026-08-10

How to Cite

Carrilho, A., & Barroso, H. C. (2026). Labor and Care Policies in the Third Lula Government . Revista Estudos Feministas, 34(2), 1–15. https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2105605

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