Educación y Resistencia en los Escritos de Mujeres-Autoras en la revista A Violeta
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2111003Palabras clave:
revista A Violeta, protofeminismo, historias de mujeresResumen
La prensa periódica en los primeros años del siglo XX fue un espacio importante de efervescencia intelectual y lucha por derechos de las mujeres, como la educación y el voto. En este sentido, el presente artículo tiene como objetivo analizar un proyecto de educación en los escritos de mujeres-autoras publicados en la revista A Violeta, desde 1916 hasta 1950, que, a pesar de estar sometidas a una estructura patriarcal hegemónica, reverberaban un contexto protofeminista en Mato Grosso. La investigación de carácter documental adoptó como referencial teórico-metodológico la Historia Cultural, desde la perspectiva de Chartier. Los textos analizados evidenciaron un espacio de movilización política en el aparato textual allí disponible, estableciendo un discurso en el que a veces se utilizaba un feminismo posible y a veces resistían a él.
Descargas
Citas
A VIOLETA. Cuiabá, número 1, 16/11/1916. (Edição não disponível para consulta on-line e, também, não disponível para consultas nos espaços de guarda locais)
A VIOLETA. Cuiabá, número 45, 20/02/1919. (Edição disponível para consulta na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional)
A VIOLETA. Cuiabá, número 219, 25/11/1934. (Edição disponível para consulta na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional)
A VIOLETA. Cuiabá, número 337, 30/11/1946. (Edição disponível para consulta na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional)
A VIOLETA. Cuiabá, número 176, 30/03/1930. (Edição disponível para consulta na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional)
BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Tradução de Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
CHARTIER, Roger (Org.) Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2009.
COSTA, Eliete Hugueney de Figueiredo. Revista A Violeta: a verbo-visualidade e o entrecruzamento de vozes. 2016. 290f. Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.
GALVÃO, Ana Maria de Oliveira; LOPES, Eliane Marta Teixeira. Território plural: a pesquisa em história da educação. São Paulo: Ática, 2010.
MARQUES, Ana Maria. “O feminismo nas narrativas de mulheres da revista A Violeta - Cuiabá: 1916-1950”. Revista Territórios e Fronteiras, v. 4, n. 1, 2011.
NADAF, Yasmin Jamil. Sob o signo de uma flor: estudo da revista A Violeta, publicação do Grêmio Literário “Júlia Lopes” - 1916 a 1950. Rio de Janeiro: 7Letras, 1993.
O ESTADO DE MATTO-GROSSO. Cuiabá, número 1523, 20/11/1946. (Edição disponível para consulta na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional)
PERROT, Michelle. Os excluídos da História: operários, mulheres e prisioneiros. 2 ed. Tradução de Denise Bottmann. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
PERROT, Michelle. As mulheres ou os silêncios da história. Bauru: Editora da USC, 2005.
ROSA, Maria da Glória Sá. Memória da cultura e da educação em Mato Grosso do Sul. Campo Grande: Editora da UFMS, 1990.
SANTOS, Linet de Sá. Mulher Mato-grossense na Era Vargas: Educação e Representações. 2014. 90f. Mestrado em Educação - Instituto de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT, Brasil.
SCOTT, Joan. A cidadã paradoxal: as feministas francesas e os direitos do homem. Tradução de Elvio A. Funck. Florianópolis: Mulheres, 2002.
SCOTT, Joan. “Gênero como categoria de análise histórica”. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 16, n. 2, p. 5-22, 1995.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Estudos Feministas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista Estudos Feministas está bajo licencia de la Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite compartir el trabajo con los debidos créditos de autoría y publicación inicial en este periódico.
La licencia permite:
Compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato) y/o adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material) para cualquier propósito, incluso comercial.
El licenciante no puede revocar estos derechos siempre que se cumplan los términos de la licencia. Los términos son los siguientes:
Atribución - se debe otorgar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se han realizado cambios. Esto se puede hacer de varias formas sin embargo sin implicar que el licenciador (o el licenciante) haya aprobado dicho uso.
Sin restricciones adicionales - no se puede aplicar términos legales o medidas de naturaleza tecnológica que restrinjan legalmente a otros de hacer algo que la licencia permita.


