Derecho a la salud reproductiva como justicia y cuidado

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n299452

Palabras clave:

aborto seguro, salud sexual y reproductiva, derechos de las mujeres, feminismo relacional, interrupción del embarazo

Resumen

Este artículo analizó el voto de la Ministra Rosa Weber en el Alegativo de Incumplimiento del Precepto Fundamental 442 sobre la penalización del aborto en las primeras doce semanas. Se verificó si la decisión está acorde con las demandas de justicia y cuidado, a través de una perspectiva feminista relacional. En primer lugar, se estudiaron las interacciones entre la ética de la justicia y el cuidado en el ámbito del Derecho y la decidibilidad jurídica. Posteriormente se verificó si ambos valores están presentes en la sentencia. El método de abordaje utilizado fue el deductivo, con técnicas de análisis bibliográfico y documental, utilizando como marco teórico textos de Robin West. Se concluyó que la referida decisión está en línea con las demandas de justicia y cuidado, al proponer un sistema de justicia social reproductiva, en lugar de limitarse a inferir un derecho a elegir con una dimensión negativa.

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Biografía del autor/a

Hilbert Melo Soares Pinto, Universidade Federal de Pernambuco

É doutorando em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, sendo bolsista pela CAPES. Mestre em Direito pela Universidade Federal de Sergipe. Professor de Direito.

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Publicado

2026-08-10

Cómo citar

Pinto, H. M. S. (2026). Derecho a la salud reproductiva como justicia y cuidado. Revista Estudos Feministas, 34(2), 1–14. https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n299452

Número

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