Leprince de Beamont, Jeanne-Marie, La Belle et la bête, 1756/Bela e a Fera; tradução de Marie-Hélène Catherine Torres; Ilustrações de Laurent Cardon – 1. ed. – São Paulo: Poetisa, 2014. 55p.

Davi S. Gonçalves, Andréia Riconi

Resumo


Escrito originalmente no ano de 1740 pela Madame de Villeneuve – Gabrielle-Suzanne Barbot – o conto de fadas francês La Belle et la bête acabaria se tornando amplamente conhecido após mais de uma década depois, ao ser reescrito por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont. Sendo assim, a proposta da editora Poetisa e da tradutora Marie-Hélène Catherine Torres de trazer novamente para os leitores este texto já tão concretamente estabelecido no sistema literário brasileiro não se estabelece, portanto, em um cenário de ineditismo – o que, por outro lado, não invalida o empreendimento que a edição leva a cabo nem dirime a sua responsabilidade nessa nova empreitada. Isto porque, apesar de consistir em uma obra canônica e de suas diversas traduções, retraduções e adaptações para outras mídias, é curioso o fato de que o livro La Belle et la Bête nunca antes havia sido traduzido na íntegra em solo brasileiro – neste sentido o ineditismo perdura, tornando essa nova tradução de 2014 ainda mais plausível e ansiada por um público que, até então, só poderia ter contato com edições condensadas do conto.


Palavras-chave


Tradução; La Belle et La Bête; Resenha

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7968.2016v36n1p236



Cadernos de Tradução, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN 2175-7968.