Flynn, Peter, et al. Interconnecting Translation Studies and Imagology. Amsterdam: John Benjamins Publishing Company, 2016, 340 p

Autores

  • Davi S. Gonçalves Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Florianópolis, Santa Catarina,

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7968.2017v37n3p306

Palavras-chave:

Tradução literária, Imagologia, Samenstellen

Resumo

Contrary to the idea of following a precise conceptual plan in what concerns translation choices and beliefs, and to the detriment of traditional more prescriptive views on translation techniques, the possibility of intuition and creativity surface from contemporary critiques upon the matter. Such shift has not only bestowed translations with a deserved arena for them to perform their task, but has actually provided them with important tools for one to position him/herself socially and politically in what regards an issue that have always been social and political: the text. When I kidnap meaning from the original and suggest it actually belongs to every instance that happens to touch it, the autonomy inevitably directed by this process towards translator and reader ultimately grants both an opportunity to inflict a material and consistent influence on such meaning. That  is, when I pose that meanings do not belong to the original, such meanings end up losing their status of “possessions” – and eventually one learns they do not belong to anyone at all. The question one might be asking is: why would this autonomy to transform necessarily change anything for those involved in the enterprise of translation? Well, it does change many things; not to say everything. As translators acknowledge the active role they play for the maintenance or alteration of certain narratives, their task is no longer taken as a simple – uncontrollable – code transferring; i.e., translators are turned from rewriters into writers, from carriers  of old meanings into inventers of new ones. In the book Interconnecting Translation Studies and Imagology (2015) – edited by Peter Flynn, Luc van Doorslaer, and Joep Leerssen – the authors and compiled articles address the fact that it is only through a more autonomous notion of translation that questionable cultural aspects, as well as prejudiced images of this or that tradition, might be finally overcome.

Biografia do Autor

Davi S. Gonçalves, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Florianópolis, Santa Catarina,

Possui Licenciatura em Letras Inglês e Literaturas Correspondentes pela Universidade Estadual de Maringá (2010), Bacharelado em Tradução em Língua Inglesa pela mesma instituição, e Mestrado na área de Estudos Linguísticos e Literários em Língua Inglesa, linha de pesquisa: Intersecções Teóricas e Culturais, do Programa de Pós-Graduação em Língua Inglesa da Universidade Federal de Santa Catarina (2014), sendo sua dissertação voltada ao tema de Literatura e Ecocrítica na Região Amazônica. Atualmente é Doutorando na área de Processos de Retextualização, linha de pesquisa: Teoria, Crítica e História da Tradução, do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução na mesma instituição, sendo sua tese uma Proposta de Tradução Comentada de um Romance Canadense Anglófono (Sunshine Sketches of A Little Town, Leacock), revisor (inglês) do periódico Cadernos de Tradução (2013), publicação de periodicidade semestral da Pós-Graduação em Estudos da Tradução, secretário executivo para a revista Interfaces Brasil/Canadá (2013), periódico oficial da Associação Brasileira de Estudos Canadenses, tradutor voluntário para a Universidade do Arizona, EUA (2011) e para a OSHO International Foundation, Zurich, Switzerland (2012), atuando principalmente nos seguintes temas: Tradução Literária, Literatura em Língua Inglesa, Literatura e Ecocrítica, Estudos Interseccionais, Literatura Traduzida, Estudos Culturais, Literatura e Religião, Crítica Literária Marxista, Literatura e Resistência, Literatura Migrante e Literatura Comparada.

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Publicado

2017-09-05

Edição

Seção

Resenhas