Sobre o olhar antropocêntrico: o ser humano e o jardim zoológico

Rafael Speck de Souza, Letícia Albuquerque

Resumo


O presente artigo pretende questionar a primazia do humano e sua dominação sobre a natureza, a partir de uma crítica à obsolescência dos jardins zoológicos como reforçadores das fronteiras entre o humano e o animal. Para tanto, far-se-á uma análise do postulado antropocêntrico e da natureza dos zoológicos como espaços de marginalização forçada e confinamento animal. Para a obtenção dos objetivos colimados utilizar-se-á o método histórico, dedutivo e explicativo. Serão utilizados como fontes de pesquisa, eminentemente bibliográfica, livros, artigos e periódicos, tanto no meio eletrônico como impresso. Adotar-se-á como referenciais teóricos a Teoria dos Direitos Animais de Tom Regan e a Ética Animalista de Sônia T. Felipe, com o intuito de demonstrar a mais consentânea “saída” para esses e tantos outros casos de exploração: as jaulas vazias e a libertação animal.


Palavras-chave


Antropocentrismo; Jardim Zoológico; Habeas Corpus; Ética Animal; Direitos Animais

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DOI: https://doi.org/10.5007/1807-1384.2015v12n1p117

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