Delincuentes psicóticos en prisión
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n196389Palabras clave:
prisión, asilo, género, parentesco, EstadoResumen
Según el Código Penal brasileño, cuando a un imputado se le diagnostica un trastorno mental, debe someterse a tratamiento psiquiátrico obligatorio en un establecimiento ambulatorio o en un Hospital de Custodia y Tratamiento Psiquiátrico, institución que, en el estado de São Paulo, es parte del sistema penitenciario. Existe, sin embargo, una tercera vía, mayoritariamente informal, que se ha ampliado en las últimas décadas: salas especiales para tratamiento psiquiátrico, ubicadas dentro de prisiones comunes. En este trabajo, presento el proceso de formalización de estas alas en unidades penitenciarias del estado de São Paulo y discuto cómo las gramáticas parentales y las inflexiones de género configuran tanto las políticas estatales como las políticas prisioneras que llevan a cabo la gestión interna de los llamados delincuentes dementes.
Descargas
Citas
AMARANTE, Paulo; TORRE, Eduardo H. G. 30 anos da Reforma Psiquiátrica Brasileira: lutando por cidadania e democracia na transformação das políticas públicas e da sociedade brasileira. In: Desinstitucionalização, redes sociais e saúde mental: análise de experiências da reforma psiquiátrica em Angola, Brasil e Portugal. Editora Universitária UFPE. Recife, 2010.
BARROS, Andrea. S. Trajetória de criação da Ala Especial de Medidas de Segurança na Penitenciária III de Franco da Rocha: o circuito da periculosidade. 2018. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social), Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.
BIEHL, João. Vita: Life in a zone of social abandonment. Berkeley: University of California Press, 2005.
BOLDRIN, Guilherme. Desejo e Separação: monas, gays e envolvidos num presídio em São Paulo. 2017. Dissertação de mestrado. São Carlos, UFSCAR.
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. (9a ed.). Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira, 2015.
CARSTEN, Janet. After Kinship. Cambridge: The Press Syndicate of the University of Cambridge, 2004.
CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA. Relatório de Inspeção da Campanha Estadual de Direitos Humanos do CRP SP – Locais de Internação para Pessoas em Cumprimento de Medida de Segurança, 2016.
DAS, Veena. Affliction: health, disease, poverty. New York: Fordham University Press, 2015.
DAS, Veena. Vida e palavras: a violência e sua descida ao ordinário. São Paulo: Editora Unifesp, 2020.
DONZELOT, Jacques. A polícia das famílias. Rio de Janeiro: Graal, 1980
EILBAUM, Lucía.“O Bairro Fala”: conflitos, moralidades e justiça no conurbano bonaerense. São Paulo, Hucitec/Anpocs, 2012.
FELTRAN, Gabriel. S. Fronteiras de tensão: política e violência nas periferias de São Paulo. São Paulo: UNESP/CEM/CEBRAP, 2011.
FOUCAULT, Michel. História da Loucura na idade clássica. São Paulo: Perspectiva, 2007.
FOUCAULT, Michel. Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). São Paulo: VMF Martins Fontes, 2010a.
GRAMKOW, Gabriela. Fronteiras psijurídicas na gestão da criminalidade juvenil: o caso Unidade Experimental de Saúde. 2011. Tese de doutorado, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.
GODOI, Rafael. Ao redor e através da prisão: cartografias do dispositivo carcerário contemporâneo. 2010. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.
GODOI, Rafael. Fluxos em cadeia: as prisões em São Paulo na virada dos tempos. 2015. Tese de doutorado, Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.
LAGO, Natália. Jornadas de visita e de luta: tensões, relações e movimentos de familiares nos arredores da prisão. 2019. Tese de Doutorado. São Paulo, USP.
MALLART, Fábio. Findas linhas: circulações e confinamentos pelos subterrâneos de São Paulo. 2019. Tese (Doutorado em Sociologia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo.
MARQUES, Adalton. Crime, proceder, convívio-seguro: um experimento antropológico a partir de relações entre ladrões. 2009. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social), Universidade de São Paulo, São Paulo.
MARQUES, Adalton. Humanizar e expandir: Uma genealogia da segurança pública em São Paulo. São Paulo: IBCCRIM. 2018
MENDES, Luiz Alberto. Memórias de um sobrevivente. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
ONOCKO-CAMPOS, Rosana. Saúde mental no Brasil: avanços, retrocessos e desafios. Caderno de Saúde Pública, 35 (11), 2019.
PADOVANI, Natália Corazza. Sobre casos e casamentos: Afetos e “amores” através de penitenciárias femininas em São Paulo e Barcelona. 2015. Tese (Doutorado) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Universidade Estadual de Campinas, São Paulo.
PASTORAL CARCERÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Hospitais-prisão: notas sobre os manicômios judiciários de São Paulo. Relatório do Grupo de Trabalho Saúde Mental e Liberdade. São Paulo, 2018.
RAMALHO, José. R. Mundo do crime: a ordem pelo avesso. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008.
RANGEL, Everton. Depois do Estupro. Homens condenados e seus tecidos relacionais. 2020. Tese de Doutorado em Antropologia Social, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
STENGER, Isabelle; PIGNARRE, Philippe. Capitalist Sorcery: Breaking the Spell. Palgrave Macmillan, 2011.
SALLA, Fernando.; DIAS, Camila. N. Controle disciplinar e relações de poder nas prisões em São Paulo. In: 35 Encontro Nacional da ANPOCS, Caxambu, Anais, 2011.
SOUZA LIMA, Antônio Carlos. Gestar e gerir: estudos para uma antropologia da administração pública no Brasil. Rio de Janeiro: Relume Dumará, Núcleo de Antropologia da Política/UFRJ, 2002.
VIANNA, Adriana; LOWENKRON, Laura. O duplo fazer do gênero e do Estado: interconexões, materialidades e linguagens. Cadernos Pagu (51), 2017.
VIEIRA, Márcia do Nascimento. Os modelos em saúde mental de Santos e São Paulo e a política nacional de saúde mental: a história desvelada. 2014. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) – Universidade Federal de São Paulo, Unifesp. São Paulo.
ZAMBONI, Márcio B. A Jaula das Bichas: uma etnografia da diversidade sexual e de gênero em prisões do Brasil e do México. 2020. Tese de doutorado - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, USP. São Paulo.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Estudos Feministas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista Estudos Feministas está bajo licencia de la Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite compartir el trabajo con los debidos créditos de autoría y publicación inicial en este periódico.
La licencia permite:
Compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato) y/o adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material) para cualquier propósito, incluso comercial.
El licenciante no puede revocar estos derechos siempre que se cumplan los términos de la licencia. Los términos son los siguientes:
Atribución - se debe otorgar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se han realizado cambios. Esto se puede hacer de varias formas sin embargo sin implicar que el licenciador (o el licenciante) haya aprobado dicho uso.
Sin restricciones adicionales - no se puede aplicar términos legales o medidas de naturaleza tecnológica que restrinjan legalmente a otros de hacer algo que la licencia permita.


