Vygotsky e múltiplas representações: leituras convergentes para o ensino de ciências

Autores

  • Carlos Eduardo Laburú UEL - Paraná
  • Andreia de Freitas Zompero Universidade Norte do Paraná Londrina – PR
  • Marcelo Alves Barros Instituto de Física, USP, São Carlos

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7941.2013v30n1p7

Palavras-chave:

Representação multimodal, Vygotsky, Linguagem, Pensamento

Resumo

Este trabalho traz uma reflexão centrada no tema linguagem e pensamento de Vygotsky, com o objetivo de mostrar que pontos de vista do autor sobre o assunto se encontram subjacentes às argumentações que sustentam o referencial de multimodos e múltiplas representações. Há pouco mais de uma década em desenvolvimento, o programa de pesquisa de multimodos e múltiplas representações vem se mostrando progressivo, conclusão garantida, tanto pela abrangência internacional de suas pesquisas como pela amplitude no trato das questões envolvidas com a educação científica e matemática. Por ser a semiótica a teoria que ampara esse programa de pesquisa e a psicologia a que ampara os estudos vygotskianos, o que faz com que, quase sempre, estes últimos estejam ausentes nas referências do primeiro. Todavia, o referencial de multimodos e múltiplas representações faz afirmações que se revelam compatíveis com a posição de Vygotsky no que toca a indissociável interdependência entre linguagem e pensamento. Assim, com base nessa interdependência, o trabalho discute e aponta que o uso de variabilidade de linguagens, nas suas mais diversas representações, defendido pelo referencial multimodal e de múltiplas representações, é compatível e convergente com a leitura vygotskiana sobre o tema.

 

 

Biografia do Autor

Carlos Eduardo Laburú, UEL - Paraná

Andreia de Freitas Zompero, Universidade Norte do Paraná Londrina – PR

Marcelo Alves Barros, Instituto de Física, USP, São Carlos

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Publicado

2013-04-16

Edição

Seção

Pesquisa em Ensino de Física