Norma Arrostito. Mujer política. Su construcción subjetiva desde la militancia Montonera

Leandro Diego Basanta Crespo, Claudia Bacci

Resumo


O artigo aborda a experiência de militância política de Norma Arrostito, podemos visualizar seus conflitos e problemas entre seus aspectos pessoais e a organização política, os Montoneros. A relevância deste estudo surgiu em pensar Norma Arrostito como um dos muitos capítulos relegadas da vida política dos anos setenta. Sendo uma personagem mítica e paradoxal, senti a necessidade de obter uma compreensão de sua figura e sua participação nesses anos. A partir deste ponto foi selecionado para a análise: a construção de sua figura na militância politica, sua participação na organização Montoneros, os limites que a organização político-militar a impunha e o entrelaçamento de todos esses assuntos com sua condição de mulher, a violência e o contexto político dos anos 70. O período de análise do meu trabalho foi a partir da aparição pública de Norma Arrostito pelo sequestro de Aramburu (29 de Maio de 1970) até à sua detenção (2 de dezembro de 1976). Sua marginalização progressiva da direção nacional,é com base em questões próprias de sua personalidade ou bem, ela é uma expressão mas das desigualdades entre os dois gênero dentro da organização dos Montoneros? A incapacidade de tomar as decisões na organização dos Montoneros fez certa vez, Norma Arrostito presa a um destino que de alguma maneira escolheu, sem esquecer que qualquer ser humano é produto de suas práticas sociais. E partindo desta última afirmação, a subordinação feminina sempre esteve presente.


Palavras-chave


Gênero; Desigualdade; Relações de poder

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DOI: https://doi.org/10.5007/1807-1384.2013v10n1p89

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