"¡Si es blanco, es negro!": ocio, racismo e identidad negra

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8042.2026.e114869

Palabras clave:

Ocio, Mujeres negras, Racismo, Colonialismo

Resumen

El objetivo de este artículo es comprender cómo las experiencias de ocio se relacionan con el racismo, las historias de vida de las mujeres negras y el futuro de la conciencia racial. Realizamos un estudio cualitativo de historia de vida con un enfoque narrativo y (auto)biográfico, utilizando un método que articula narrativas orales y visuales. La investigación indicó que el ocio posibilita nuevas experiencias, reforzando el ideal del yo, cuyos pilares principales se establecieron en el contexto familiar, y adquiriendo significados como modelo ideal para las personas negras. El ocio, como representación del futuro de las mujeres negras, se circunscribe dentro de la cultura negra como un espacio para la inscripción del conocimiento escrito en el cuerpo y la voz, que se repite en el pasado, el presente y el futuro como recreación, transmisión y revisión de la ascendencia. El ocio se inscribe como memoria en las historias de vida de las mujeres negras, permitiendo la expansión de la conciencia de ser negro. Las actividades de ocio ofrecen oportunidades educativas que revelan el potencial en las subjetividades de ser negro y en el desarrollo de la conciencia racial y política como herramientas de lucha y resistencia para confrontar el racismo y el sexismo.

 

Biografía del autor/a

Lucilene Alencar das Dores, Universidade Federal de São João del-Rei

Doutora em Estudos do Lazer; Departamento das Ciências da Educação Física e Saúde da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). São João del-Rei, MG, Brasil 

Hélder Ferreira Isayama, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutor em Educação Física; docente na Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, MG, Brasil.

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Publicado

2026-09-15

Cómo citar

DORES, Lucilene Alencar das; ISAYAMA, Hélder Ferreira. "¡Si es blanco, es negro!": ocio, racismo e identidad negra. Motrivivência, Florianópolis, v. 38, n. 69, p. 1–23, 2026. DOI: 10.5007/2175-8042.2026.e114869. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/114869. Acesso em: 16 sep. 2026.

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