Cuando las mujeres deciden tomar las armas
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2110979Palabras clave:
Dictadura civil militar, lucha armada, mujeres, PCBR, PernambucoResumen
¿Qué hizo que las mujeres tomaran las armas en la dictadura civil militar? ¿Será el mismo motivo que las llevó a incorporarse a los bancos escolares, a la universidad, al mercado de trabajo años atrás? ¿O fue por la oposición al autoritarismo y la lucha por la democracia? Con el objetivo de poner de manifiesto elementos de actuación política de las mujeres en el espacio público, buscamos contestar a tales cuestionamientos tomando como objeto de análisis las trayectorias de militancia de 4 mujeres presas políticas acusadas de subversión y de ser miembros del Partido comunista revolucionário brasileiro (PCBR) en Pernambuco de 1968 a 1978. A partir de la investigación documental y bibliográfica y bajo el tema “Mujeres y formación política”, pudimos evidenciar prácticas femeninas que componen un perfil de mujeres activas distinto del estereotipo de pasividad que las estigmatizan en la escritura de la Historia.
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