“A princesa que tudo via”: processos cognitivos e criativos na alfabetização

Autores

  • Gisélia Oliveira de Sá Neves Universidade Braz Cubas
  • Rita de Cássia Ribeiro Voss Universidade Braz Cubas

DOI:

https://doi.org/10.5007/1807-1384.2010v7n2p192

Resumo

O artigo trata das reflexões teóricas que fundamentaram a pesquisa sobre o processo cognitivo na alfabetização. O conto „A princesa que tudo via‟ é uma metáfora utilizada para facilitar a compreensão sobre o tema pesquisado. Trata-se de um procedimento que permite considerar os elementos narrativos do texto em analogia a estudos recentes sobre a cognição e a criatividade humanas. Tais narrativas se configuram em princípios norteadores para a criação de estratégias para a alfabetização, pois acionam e operam, numa mesma sintonia cognitiva as dimensões bio-culturais da cognição humana. O princípio da recursividade possibilita pensar a autonomia do sujeito e a criatividade ativadas pela cultura, por suas dimensões simbólicas, imaginárias, culturais, que impregnam a experiência do homem e nele acionam os estados subjetivos que tornam possível a cognição. De maneira complexa, os princípios abstraídos do conto, ensejam um sujeito do conhecimento auto-eco-dependente. A criatividade emerge da dinâmica dependência-autonomia implícita na aprendizagem, que precisa ser considerada pelo docente nas estratégias de alfabetização. 

Biografia do Autor

Gisélia Oliveira de Sá Neves, Universidade Braz Cubas

Mestre em Educação do Programa de Pós Graduação em Semiótica, Tecnologia da Informação e Educação; pesquisadora do EDUCOM - Educação e Complexidade da Universidade Braz Cubas; professora da rede pública.

Rita de Cássia Ribeiro Voss, Universidade Braz Cubas

Doutora em Educação, professora do programa de Pós Graduação em Semiótica, Tecnologias da Informação e Educação; coordenadora do EDUCOM - Educação e Complexidade da Universidade Braz Cubas.

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Publicado

2010-07-22

Edição

Seção

Artigos