Os sujeitos que nunca foram históricos – uma crítica do marxismo eurocêntrico
DOI:
https://doi.org/10.5007/1807-1384.2011v8n1p34Resumo
Apesar das suas limitações, o marxismo clássico continua a ser uma teoria imprescindível para apreender criticamente a contemporaneidade. Contudo, determinados dos seus pressupostos são insustentáveis. Partindo de uma crítica construtiva do marxismo, nomeadamente ao seu carácter eurocentrado, este texto procura desconstruir a noção do proletariado como sujeito histórico, considerando-a empiricamente inverificável. Não havendo grupos predestinados a conduzir o processo de mudança sócio-histórica, a emancipação real dos oprimidos do mundo tem forçosamente que articular as lutas das classes trabalhadoras com as de todos os outros grupos dominados no sistema-mundo.
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Copyright (c) 2011 João Aldeia, Elísio Estanque

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