Breve história do salário mínimo em São Paulo, 1934-1946

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-9222.2026.e112342

Palavras-chave:

salário mínimo, Estado Novo (1937-1945), movimento operário

Resumo

Este artigo se debruça sobre a gênese e a implementação do salário-mínimo no Brasil, com foco principalmente na experiência paulista entre sua constitucionalização, em 1934, e a onda de greves ocorrida entre 1945 e 1946. Partindo da revisão crítica do debate clássico entre Ignácio Rangel e Francisco de Oliveira, buscamos responder a duas questões: (i) quais forças e razões explicam a adoção do salário-mínimo e (ii) quais efeitos sua adoção produziu sobre a classe trabalhadora e sobre a dinâmica da acumulação de capital na indústria no momento de sua implementação. Para tanto, fazemos um breve histórico das mobilizações operárias, além das disputas políticas, negociações institucionais e reações patronais à implementação do salário mínimo em São Paulo.

Biografia do Autor

Fernando Sarti Ferreira, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Doutor em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisador de pós-doutorado pelo IFCH-Unicamp e professor assistente, na área de História, junto ao Departamento de Ciências Políticas e Econômicas da FFC-UNESP. É autor do livro A contrarrevolução produtiva: Refluxo e estabilização do conflito social em Buenos Aires, 1924-1930 (Maria Antônia Edições, 2022). 

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Publicado

2026-10-16

Como Citar

FERREIRA, Fernando Sarti. Breve história do salário mínimo em São Paulo, 1934-1946. Revista Mundos do Trabalho, Florianópolis, v. 18, p. 1–27, 2026. DOI: 10.5007/1984-9222.2026.e112342. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/mundosdotrabalho/article/view/112342. Acesso em: 18 out. 2026.

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