La “falacia” de la invisibilidad femenina: vestigios de un discurso anacrónico

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2110970

Palabras clave:

invisibilidad femenina, instituciones de custodia y patrimonio, fondos y colecciones, falacia

Resumen

El tema central del estudio es el análisis de la supuesta justificación para considerar “falacia” la afirmación de que las mujeres fueron invisibilizadas en las decisiones sobre el patrimonio conservado en instituciones de custodia. El objetivo central es demostrar la escasa existencia de fondos, colecciones y archivos pertenecientes a mujeres en relación con los mismos bienes guardados de patrimonio de los hombres. Para ello, los procedimientos metodológicos se refieren a una verificación de la colección constante de casas de guarda e instituciones patrimoniales ubicadas en las ciudades de Río de Janeiro y Petrópolis, destacando los fondos de memoria femeninos en su relación cuantitativa con los fondos de memoria masculinos. Concluye con la deconstrucción del discurso anacrónico de que es una “falacia” hablar de invisibilidad femenina en el patrimonio, corroborando la necesidad de estudios que puedan obstruir argumentos sin base científica.

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Biografía del autor/a

Maria Celi Chaves Vasconcelos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

É pós-doutora em Educação pela Universidade do Minho. Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio. Professora Titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), atuando no Programa de Pós-Graduação em Educação (ProPEd), na Linha de Pesquisa Gênero, Raça e Interseccionalidades. Bolsista de Produtividade do CNPq desde 2011. Bolsista do Programa Prociência/UERJ desde 2015. Cientista do Nosso Estado desde 2018. Tesoureira da Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE) de 2022 a 2026. Líder do Grupo: Núcleo de Pesquisa “História e Memória das Políticas Educacionais no território fluminense” (NHEMPE/UERJ/CNPq).

Professora Jandira Flaeschen, Museu Histórico Nacional

É doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Educação (ProPEd), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ, na Linha de Pesquisa Gênero, Raça e Interseccionalidades. Possui Especialização e Mestrado em Preservação de Acervos de Ciência e Tecnologia pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins (2009 e 2017, MAST), Graduação em Conservação e Restauração de Bens Culturais (Universidade Estácio de Sá, 2007). Foi servidora da Fundação Biblioteca Nacional de 2013 até 2024, exercendo a função de Chefe da Seção de Restauração. Atualmente, está lotada no Museu Histórico Nacional como responsável pelo Laboratório de Conservação e Restauração de Papel. É membro do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Patrimônio Bibliográfico e Documental e membro do Núcleo de Pesquisa “História e Memória das Políticas Educacionais no território fluminense”.

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Publicado

2026-08-10

Cómo citar

Vasconcelos, M. C. C., & Flaeschen, J. H. F. (2026). La “falacia” de la invisibilidad femenina: vestigios de un discurso anacrónico. Revista Estudos Feministas, 34(2), 1–13. https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2110970

Número

Sección

Dossiê: Histórias de mulheres e educação: intimidades, confidências e rebeldias.

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