La “falacia” de la invisibilidad femenina: vestigios de un discurso anacrónico
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2110970Palabras clave:
invisibilidad femenina, instituciones de custodia y patrimonio, fondos y colecciones, falaciaResumen
El tema central del estudio es el análisis de la supuesta justificación para considerar “falacia” la afirmación de que las mujeres fueron invisibilizadas en las decisiones sobre el patrimonio conservado en instituciones de custodia. El objetivo central es demostrar la escasa existencia de fondos, colecciones y archivos pertenecientes a mujeres en relación con los mismos bienes guardados de patrimonio de los hombres. Para ello, los procedimientos metodológicos se refieren a una verificación de la colección constante de casas de guarda e instituciones patrimoniales ubicadas en las ciudades de Río de Janeiro y Petrópolis, destacando los fondos de memoria femeninos en su relación cuantitativa con los fondos de memoria masculinos. Concluye con la deconstrucción del discurso anacrónico de que es una “falacia” hablar de invisibilidad femenina en el patrimonio, corroborando la necesidad de estudios que puedan obstruir argumentos sin base científica.
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