La educación de las mujeres a través de la prensa
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n2111116Palabras clave:
Intimidades Femeninas, Cuerpo, Representaciones, Educación, PrensaResumen
Este trabajo tiene como temática la educación femenina por medio de la educación del cuerpo, en contenidos destinados a las mujeres, contenidos en anuncios que circularon en los periódicos Jornal da Tarde y Expositor Cristão y O Estandarte, estos dos de origen protestante en la primera mitad del siclo XX. Para tanto, lo objetivo es analizar contenidos de eses periódicos portadores de representaciones de intimidades sobre el cuerpo femenino, en ese período. El estudio sustenta-se en los presupuestos teórico-metodológicos de la historia cultural (Chartier, 1990), tenido la investigación bibliográfica en los periódicos como las fuentes de investigación. Los dados obtenidos, por medio de la comprensión de representaciones, prescriben conductas y comportamientos, en fin, modos de acción que apuntan non solamente para prácticas culturales y educativas, y, por eso, para la formación de mujeres, en aquel tempo histórico.
Descargas
Citas
ALMEIDA, Jane Soares de. “As gentis patrícias: identidades de imagens femininas na primeira metade do século XX (1920/1940)”. Educar em Revista, Curitiba, n. 48, p. 187-205, 2013. Disponível em https://www.scielo.br/j/er/a/jDBtX9GDVc8Y4dTdv888SKp/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 15/01/2025.
ALMEIDA, Jane Soares de; NICOLETE, Jamilly Nicacio. “Gênero, educação e religião: o poder simbólico na cultura e o discurso da desigualdade”. Religare, Paraíba, v. 13, n. 1, p. 64-84, 2016. Disponível em https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/religare/article/view/31243. Acesso em 12/01/2025.
BARROS, Natália Conceição Silva. As mulheres na escrita dos homens: representações de corpo e gênero da imprensa do Recife nos anos vinte. 2007. Mestrado em História - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.
BILAC, Olavo. “Ao coração que sofre”. Letras, [S.l.], 20--. Disponível em https://www.letras.mus.br/olavo-bilac/ao-coracao-que-sofre/. Acesso em 02/02/2025.
BRASIL. Coleção de Leis do Brasil. Rio de Janeiro: 1890. v. fasc. X. p. 2664. (Publicação Original)
CHARTIER, Roger. “Diferenças entre os sexos e dominação simbólica (nota crítica)”. Cadernos Pagu, Campinas, n. 4, p. 37-47, 1995. Disponível em https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1761/1816. Acesso em 18/01/2025.
CHARTIER, Roger. “Introdução: por uma sociologia histórica das práticas culturais”. In: CHARTIER, Roger. A história cultural entre práticas e representações. Tradução de Maria Manuela Galhardo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1990. p. 13-28. (Coleção Memória e Sociedade)
CRUZ, Heloisa de Faria. “A cidade do reclame: propaganda e periodismo em São Paulo - 1890/1915”. Proj História, São Paulo, n. 13, p. 81-92, 1996.
D’INCAO, Maria Ângela. “Mulher e família burguesa”. In: DEL PIORE, Mary (Org.); BASSANEZI, Carla (coord. de textos). História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 1997.
DIÁRIO DA TARDE. Curitiba, n. 1884, 02/02/1905.
DIÁRIO DA TARDE. Curitiba, n. 297, 1-2/04/1900.
DIÁRIO DA TARDE. Curitiba, n. 301, 5-6/04/1900.
DIÁRIO DA TARDE. Curitiba, n. 310, 19-20/04/1900.
DIÁRIO DA TARDE. Curitiba, n. 3652, 03/11/1910.
DIÁRIO DA TARDE. Curitiba, n. 377, 09/07/1900.
DIÁRIO DA TARDE. Curitiba, n. 552, 09/02/1901.
DIÁRIO DA TARDE. Curitiba, n. 4049, 17/02/1912.
EXPOSITOR CHRISTÃO. Rio de Janeiro, n. 13, 28/03/1901.
EXPOSITOR CHRISTÃO. Rio de Janeiro, n. 20, 16/05/1901.
EXPOSITOR CHRISTÃO. Rio de Janeiro, n. 21, 23/05/1901.
GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. 2 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
LOURO, Guacira Lopes. “Magistério de 1º grau: um trabalho de mulher”. Educação e Realidade, Porto Alegre, v. 14, n. 2, p. 31-39, 1989. Disponível em https://lume.ufrgs.br/handle/10183/278845. Acesso em 15/01/2025.
LOURO, Guacira Lopes. “Mulheres na sala de aula”. In: DEL PRIORE, Mary. História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto. 3 ed., 2000. p. 443-481.
MALUF, Mariana; MOTT, Maria Lúcia. “Recôndito do mundo feminino”. In: SEVCENKO, Nicolau (Org.). História da vida privada no Brasil - República: da Belle époque à Era do Rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. v. 3, p. 368-421.
METHODISTA CATHOLICO. Rio de Janeiro, n. 1, 01/01/1886.
MULLER, Caroline. Memórias luso-brasileiras sobre o consumo e a circulação de roupas brancas femininas (1900-1920). 2021. Doutorado em Design - Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, Brasil.
NADER, Maria Beatriz. Mulher: do destino biológico ao destino social. Vitória: Editora da UFES, 1997.
O ESTANDARTE. Rio de Janeiro, n. 7, 07/01/1943.
PERROT, Michelle. As mulheres ou os silêncios da história. Bauru, SP: Editora da USC, 2005.
PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. Tradução de Angela M. S. Côrrea. São Paulo: Contexto, 2007.
RAGO, Margareth. “Os mistérios do corpo feminino, ou as muitas descobertas do ‘amor venéris’”. Projeto História, São Paulo, v. 25, p. 181-195, 2002.
RANUM, Orest. “Os refúgios da Intimidade”. In: CHARTIER, Roger (Org.). História da Vida Privada: da Renascença ao Século das Luzes. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
SCOTT, Joan Wallach. “Preface a gender and politics of history”. Cadernos Pagu, Campinas, n. 3, 1994. Disponível em https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/1721/1705. Acesso em 13/01/2025.
SILVESTRE, Armando Araújo. “Os jornais evangélicos e a formação da mentalidade protestante no Brasil”. Reflexão, Campinas, v. 41, n. 2, p. 165-178, 2016. Disponível em https://periodicos.puc-campinas.edu.br/reflexao/article/view/3696/2379. Acesso em 05/12/2024.
SOIHET, Rachel. “Mulheres pobres e violência no Brasil urbano”. In: DEL PIORE, Mary (Org.); BASSANEZI, Carla (coord. de textos). História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 1997.
SOIHET, Rachel; PEDRO, Joana Maria. “A emergência da pesquisa da história das mulheres e das relações de gênero”. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 27, n. 54, p. 281-300, 2007. Disponível em https://www.scielo.br/j/rbh/a/QQh4kZdCDdnQZjv6rqJdWCc/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 24/10/2024.
VASCONCELOS, Micheline Reinaux de. As boas novas pela palavra impressa: impressos e imprensa protestante no Brasil (1837-1930). 2010. Doutorado em História - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.
VÁZQUEZ, Georgiane Garabely Heil. “Memórias de uma ausência: mulheres sem filhos e suas narrativas sobre maternidade no Paraná do século XX”. Revista de História Regional, v. 21, n. 2, p. 338-363, 2016. Disponível em http://www.revistas2.uepg.br/index.php/rhr. Acesso em 23/11/2024.
VICENT, Gérard. “Uma história do segredo”. In: PROST, Antonie; VICENT, Gérard (Orgs.). História da Vida Privada 5: da Primeira Guerra aos nossos dias. São Paulo: Companhia de Bolso, 2009.
WOITOWICZ, Karina Janz. “Recortes do Tempo na Escrita do Jornal: história e cotidiano no universo jornalístico da capital paranaense”. In: WOITOWICZ, Karina Janz. Imagem contestada: a guerra do contestado pela escrita do Diário da Tarde (2012-2016). Ponta Grossa: Editora da UEPG, 2015.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Estudos Feministas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista Estudos Feministas está bajo licencia de la Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite compartir el trabajo con los debidos créditos de autoría y publicación inicial en este periódico.
La licencia permite:
Compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato) y/o adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material) para cualquier propósito, incluso comercial.
El licenciante no puede revocar estos derechos siempre que se cumplan los términos de la licencia. Los términos son los siguientes:
Atribución - se debe otorgar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se han realizado cambios. Esto se puede hacer de varias formas sin embargo sin implicar que el licenciador (o el licenciante) haya aprobado dicho uso.
Sin restricciones adicionales - no se puede aplicar términos legales o medidas de naturaleza tecnológica que restrinjan legalmente a otros de hacer algo que la licencia permita.


