O tempo na mecânica: de coadjuvante a protagonista

André Ferrer Pinto Martins, João Zanetic

Resumo


O presente artigo procura interpretar, à luz dos referenciais
epistemológicos de Thomas S. Kuhn e Gaston Bachelard, as diferentes
concepções do conceito de tempo na transição do paradigma
aristotélico-ptolomaico para a nova mecânica pós-copernicana. É
particularmente destacado no artigo o erro cometido por Galileu e
Descartes, ao tentarem estabelecer a lei da queda dos corpos, e como a
superação de tal obstáculo levou à introdução do conceito de tempo de
modo definitivo na análise dos movimentos.

Palavras-chave


Tempo; História da Ciência; epistemologia e ensino de Física

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

 


Cad. Bras. Ens. Fís. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil - - - eISSN 2175-7941 - - - está licenciada sob Licença Creative Commons
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