“Nós, que éramos escravos, tornamo-nos cidadãos”: O perfil dos trabalhadores da Sociedade de Resistência dos Trabalhadores em Trapiche a Café através das suas fichas de filiação entre 1905 e 1930

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-9222.2026.e110459

Palavras-chave:

história da classe trabalhadora, Raça, Rio de Janeiro

Resumo

Este artigo tem como objetivo principal traçar um perfil dos trabalhadores da Sociedade de Resistência dos Trabalhadores em Trapiche e Café entre os anos 1905 e 1930 a partir das fichas de filiação. Com as fichas podemos traçar um perfil a partir das fotos 3x4, seus lugares de origem, sua identidade racial, escolaridade, moradia entre outras características.  A Resistência, de maioria e identidade negra, organizou a categoria dos arrumadores do Porto do Rio de Janeiro e demonstra a lenta transição para o trabalho assalariado livre, os conflitos entre os nacionais e os imigrantes europeus, além dos entrelaçamentos entre raça e classe social.

Biografia do Autor

Camila Pizzolotto Alves das Chagas, Universidade Federal Fluminense

Mestre e doutora em História pela UFF. Atualmente é estagiária de pós-doutorado em História pela mesma universidade, com financiamento do Finep.

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Publicado

2026-10-09

Como Citar

PIZZOLOTTO ALVES DAS CHAGAS, Camila. “Nós, que éramos escravos, tornamo-nos cidadãos”: O perfil dos trabalhadores da Sociedade de Resistência dos Trabalhadores em Trapiche a Café através das suas fichas de filiação entre 1905 e 1930. Revista Mundos do Trabalho, Florianópolis, v. 18, p. 1–23, 2026. DOI: 10.5007/1984-9222.2026.e110459. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/mundosdotrabalho/article/view/110459. Acesso em: 11 out. 2026.

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