Nas trilhas tradutórias de Snethlage: entre impasses e deleites
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-7968.2026.e114962Palavras-chave:
Emilie Snethlage, Crítica da tradução, Rios Iriri e CuruáResumo
O objetivo desse trabalho é considerar, por meio das trilhas tradutórias do texto de Emilie Snethlage, algumas reflexões sobre os impasses e os deleites das experiências desafiadoras e instigantes construídas pela autora em seu percurso expeditório pelos rios Iriri e Curuá. Através da tradução, pudemos refazer as trilhas da autora, percorrendo, por um lado, caminhos tortuosos e, por outro, prazerosos, mas principalmente, absorvendo aprendizados mais humanos e valiosos para o nosso caminhar. A título de exemplo, o respeito às diversas formas de vida em sua singularidade. Por meio dessa tradução, aprendemos a construir pontes, diálogos e aventuras cheias de desafios e pedras no meio do caminho, porém com sabores diversos e fôlegos de fortes emoções. Pelo olhar desbravador de Snethlage, temos a oportunidade de ampliar as estreitas fendas de nossa visão sobre o mundo e, assim, aprendemos mais e melhor sobre a vida e a natureza, tendo, ademais, a chance de conviver de maneira leve e respeitosa com outros seres viventes.
Referências
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