Along Snethlage’s translational paths: Between impasses and delights

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7968.2026.e114962

Keywords:

Emilie Snethlage, Translation criticism, Iriri e Curuá rivers

Abstract

The aim of this work is to consider, through the translation trails of Emilie Snethlage's text, some reflections on the impasses and delights of the challenging and thought-provoking experiences built by the author on her expeditionary journey along the Iriri and Curuá rivers. Through the translation, we were able to retrace the author's trails, traveling on the one hand tortuous paths and on the other pleasurable ones, but mainly, absorbing more human and valuable lessons for our journey. For example, respect for the diverse forms of life in their singularity. Through this translation, we learned to build bridges, dialogues and adventures full of challenges and obstacles along the way, but with diverse flavors and breaths of strong emotions. Through Snethlage's pioneering gaze, we have the opportunity to expand the narrow gaps of our vision about the world and in this way, we learn more and better about life and nature and we also have the chance to live in a relaxed and respectful way with other living beings.

Author Biographies

Cilene Trindade Rohr, Universidade Federal do Pará

Doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2018 com a tese sobre poesia de expressão alemã e brasileira no século XX. Mestrado em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) em 2009 com dissertação sobre a obra contística do escritor brasileiro Machado de Assis. Graduação em Letras português / Inglês pela Universidade Ibirapuera em 2004, com o trabalho final sobre questões de identidade nacional nos contos de Machado de Assis.

Fernanda Boarin Boechat, Universidade Federal do Pará

Atualmente é professora Adjunta do curso de Licenciatura em Letras-Alemão na Universidade Federal do Pará (UFPA) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPA (PPGL-UFPA). Concluiu o doutorado (2017) em Letras, linha de pesquisa ''Alteridade, mobilidade e tradução'' no âmbito dos Estudos Literários, pelo programa de Pós Graduação em Letras da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Nesse período, fez estágio sanduíche na University of Pennsylvania e na Universität Potsdam. É mestre (2011) em Letras, também no âmbito dos Estudos Literários pelo programa de Pós Graduação em Letras da Universidade Federal do Paraná (UFPR), linha de pesquisa ''Espaço literário, margens e fronteiras'', e bacharel (2008) em Letras Português/Alemão, com ênfase em Estudos da Tradução, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). É líder do Grupo de Pesquisa ''Mobilidades literárias: literatura e construções (inter)culturais'' e vice-líder do Grupo de Pesquisa ''Cosmos Littera''.

Rosanne Cordeiro Castelo Branco, Universidade Federal do Pará

Possui graduação em Licenciatura Plena Letras Alemão/Português pela Universidade Federal do Pará ,em 1982, graduação em Comunicação Social-Jornalismo pela Universidade Federal do Pará ,em 1990 e mestrado em Estudos Literários pela Universidade Federal do Pará ,em 2004. Doutorado em Estudos da Tradução pela Universidade Federal de Santa Catarina ,em 2020.Atualmente é professora 3ºgrau da Universidade Federal do Pará. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua e Literatura alemã,Teoria Literária e Estudos da Tradução,bem como, tem atuação nos seguintes temas: inclusão social e responsabilidade social, hermenêutica filosófica, formação, romance de formação[bildungsroman], germanístik e alemão/ensino fundamental. Ficou afastada das atividades acadêmicas na UFPA, cfe. Portaria ILC 4154/2016,de 19.09.2016, para cumprir o Programa de Pós-Graduação em Doutorado Interinstitucional em Estudos da Tradução -DINTER-PGET/UFSC/UFPA. Concluiu o doutorado em 16 de dezembro de 2020,voltando às atividades acadêmicas em janeiro de 2020.

References

Rohr, C. T., & Branco, R. C. (2023). As etnias indígenas do Médio Xingu: em especial a Xipaya e a Curuaya. Cadernos de Tradução, 41(esp. 1), 419–422. https://doi.org/10.5007/2175-7968.2021.e84960

Snethlage, E. (1910). Die Indianerstämme am mittleren Xingu: Im besonderen die Chipaya und Curuaya. Zeitschrift für Ethnologie, 45, 395–427. http://www.etnolinguistica.org/biblio:snethlage-1921-indianerstamme

Snethlage, E. (1914). Catálogo das aves amazônicas, contendo todas as espécies descritas e mencionadas até 1913. Boletim do Museu Paraense de História Natural e Etnografia, 8, 1–530. https://doi.org/10.5962/t.169836

Snethlage, E. (1925). Die Flüße Iriri und Curuá im Gebiet des Xinghú: Mit einer Karte. Zeitschrift der Gesellschaft für Erdkunde zu Berlin: Zugleich Organ der Deutschen Geographischen Gesellschaft, 27, 328–354. https://resolver.sub.uni-goettingen.de/purl?PPN391365657_1925

Published

2026-09-30

How to Cite

Rohr, C. T., Boechat, F. B., & Castelo Branco, R. C. (2026). Along Snethlage’s translational paths: Between impasses and delights. Cadernos De Tradução, 46(esp. 1), 1–52. https://doi.org/10.5007/2175-7968.2026.e114962

Issue

Section

Olhares do Século XIX ao XX e Etnografia Indígena

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