Mujeres rurales y experiencias de ocio: es desplazamiento de si para la vida y necesidad del otro

Autores/as

  • Naira Leticia Giongo Mendes Pinheiro Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí.
  • Maria Simone Vione Schwengber Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí.
  • Fernando Jaime González Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí.

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-8042.2018v30n55p58

Resumen

Buscamos comprender, a partir de trayectorias de mujeres rurales, como ellas construyen sus experiencias en el tiempo de ocio, en la tela del cuidado de si mismo y de las sociabilidades. La búsqueda de campo se da en la ciudad de Jóia, provincia del Rio Grande do Sul. De las análisis que resultaron de esa investigación, nos salta a los ojos el facto de que las mujeres, en el inicio, nos preguntaban: “qué es ocio exactamente?”. Tomamos esas indagaciones como un pedido de derecho de más información, pero a los pocos empezamos a entender que el ocio del adulto y, aún, de esas mujeres rurales hay sido una dimensión vivida con parcas posibilidades. Focalizamos un movimiento que denominamos posición de desplazamiento, en que las mujeres desplazan su atención de cuidar de si, de ocuparse de si en el tiempo de ocio, para cuidar del otro.

Biografía del autor/a

Naira Leticia Giongo Mendes Pinheiro, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí.

Mestre em Educação nas Ciências pela da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí. nairaleticiagmendespinheiro@gmail.com

Maria Simone Vione Schwengber, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí.

Doutora em Educação UFRGS, Professora do Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Educação nas Ciências da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí. simone@unijui.edu.br

Fernando Jaime González, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí.

Doutor em Ciências do Movimento Humano UFRGS, Professor do Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Educação nas Ciências da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – Unijuí. Ijuí/RS/Brasil - fjg@unijui.edu.br.

Citas

ABRAMS, Rebeca. Jogo de Cintura: Como as Mulheres Podem Conciliar Lazer e Trabalho. São Paulo: Rosa dos Tempos, 2001.

BRITTO DA MOTTA, Alda. Personagens geracionais na família contemporânea: centenários e pivôs. CONGRESSO BRASILEIRO DE SOCIOLOGIA, 14., 2009, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro, 2009.

______. As velhas também. Ex aequo, Vila Franca de Xira, n. 23, 2011.

CANDIOTTO, Cesar. A governamentalidade em Foucault: da analítica do poder à ética da subjetivação. O Que Nos Faz Pensar?, n. 31, fev. 2012.

______. Cuidado da vida e cuidado de si: sobre a individualização biopolítica contemporânea. Dissertatio, n. 34, p. 469-491, 2011.

CORBIN, Alain. História dos tempos livres. Lisboa: Teorema, 2001.

DEBERT, G. G. A invenção da terceira idade e a rearticulação de formas de consumo e demandas políticas. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 12, n. 34, 2007.

______. A reinvenção da velhice: socialização e processos de reprivatização do envelhecimento. São Paulo: EdU, 2012.

DUMAZEDIER, Joffre. Lazer e cultura popular. São Paulo: Perspectiva, 2001.

ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.

FOUCAULT, Michel. Governo dos vivos. Rio de Janeiro: Graal, 2000.

FOUCAULT, Michel. Foucault estuda a razão do Estado. Dito e Escrito IV, 2003b.

FOUCAULT, Michel. A ética do cuidado de si como prática da liberdade. In: FOUCAULT, Michel. Ditos e escritos. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004. p. 264-287.

______. Em defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

______. Estratégias de poder-saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.

______. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 2006.

______. Segurança, território, população. São Paulo: Martins Fontes, 2008.

FOUCAULT, Michel. A hermenêutica do sujeito (Resumo dos Cursos do Collège de France/1970-1982). Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

FIMYAR, Olena. Governamentalidade como ferramenta conceitual na pesquisa de políticas educacionais. Educação e Realidade, vol. 34, n. 2, p. 35-56, maio/ago. 2009.

GOLDANI, Ana Maria. Mulheres e envelhecimento: desafios para novos contratos intergeracionais e de gênero. In: CAMARANO, Ana Amélia (Org.). Muito além dos 60 – os novos idosos brasileiros. Rio de Janeiro: Ipea, 1999. p. 75-115.

HUIZINGA, Joan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Boitempo, 2007.

IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Portal Cidades. http://cidades.ibge.gov.br/xtras/home.php, 2013.

ORBACH, Susie. Bodies. London: Press, 2009.

LARROSA, J. “Tecnologias do eu e educação”. In: SILVA, T. T. (org.) O sujeito daeducação: estudos foucaultianos. Petrópolis Vozes, 2000.

LOCATEL, Celso. Agricultura e ruralidade: uma abordagem. Modernização da agricultura, políticas públicas e ruralidades: mudanças e permanências na dinâmica rural das microrregiões de Jales e de Fernandópolis. 2004. Tese (Doutorado) – Unesp, Campos de Presidente Prudente, São Paulo, 2004.

MARCELLINO, Nelson Carvalho. Estudos do lazer:uma introdução. Campinas: Autores Associados, 2002.

MOREIRA, Roberto José (Org.). Identidades sociais, ruralidades no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

SANT’ANNA, Denise. O prazer justificado: história e lazer (São Paulo 1969/1979). São Paulo: Marco Zero; MCT-CNPq, 1994.

PERROT, Michele. As Mulheres ou os silêncios da História. Bauru, SP: EDUSC. 2005.

Publicado

2018-10-09

Cómo citar

PINHEIRO, Naira Leticia Giongo Mendes; SCHWENGBER, Maria Simone Vione; GONZÁLEZ, Fernando Jaime. Mujeres rurales y experiencias de ocio: es desplazamiento de si para la vida y necesidad del otro. Motrivivência, Florianópolis, v. 30, n. 55, p. 58–74, 2018. DOI: 10.5007/2175-8042.2018v30n55p58. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/2175-8042.2018v30n55p58. Acesso em: 1 ago. 2026.

Número

Sección

Artigos Originais

Artículos más leídos del mismo autor/a