Mujeres rurales y experiencias de ocio: es desplazamiento de si para la vida y necesidad del otro
DOI:
https://doi.org/10.5007/2175-8042.2018v30n55p58Resumen
Buscamos comprender, a partir de trayectorias de mujeres rurales, como ellas construyen sus experiencias en el tiempo de ocio, en la tela del cuidado de si mismo y de las sociabilidades. La búsqueda de campo se da en la ciudad de Jóia, provincia del Rio Grande do Sul. De las análisis que resultaron de esa investigación, nos salta a los ojos el facto de que las mujeres, en el inicio, nos preguntaban: “qué es ocio exactamente?”. Tomamos esas indagaciones como un pedido de derecho de más información, pero a los pocos empezamos a entender que el ocio del adulto y, aún, de esas mujeres rurales hay sido una dimensión vivida con parcas posibilidades. Focalizamos un movimiento que denominamos posición de desplazamiento, en que las mujeres desplazan su atención de cuidar de si, de ocuparse de si en el tiempo de ocio, para cuidar del otro.
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