Modelos de feminidad y feminismo bien portado: las alcaldesas de Santa Catarina
DOI:
https://doi.org/10.1590/1806-9584-2026v34n1109437Palabras clave:
Mujeres en política, feminismo, alcaldesas, políticas para mujeresResumen
Muy pocas alcaldesas de Santa Catarina se identifican como feministas. La mayoría de ellas desconoce el significado de este concepto, afirmando ser femeninas. Así se refuerza la idea de antagonismo entre esos dos conceptos. Sin embargo, varias han presentado un modelo de feminidad que incluye la posibilidad de ocupar espacios de poder. Las fuentes de este texto provienen de la investigación del proyecto “Mandonas” y del proyecto “Historia de las Mujeres Electas”, en el que entrevistamos a 30 alcaldesas de Santa Catarina entre 2022 y 2023 utilizando la metodología de Historia Oral. Veinte y seis de ellas fueron elegidas en 2020, mientras las restantes son exalcaldesas. Hemos considerado la identificación con el feminismo dentro de un enfoque histórico que implica pensar la pluralidad. Los resultados incluyen afirmaciones de estereotipos, políticas que benefician a las mujeres y declaraciones antifeministas.
Descargas
Citas
ALBERTI, Verena. Histórias dentro da História. In: PINSKY, Carla. (Org.). Fontes Históricas. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
ARRUZZA, Cinzia; BHATTACHARYA, Tithi; FRASER, Nancy. Feminismo para os 99%. Um manifesto. Tradução de Eurídice Gomes. Lisboa: Objectiva, 2019.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BANDEIRA, Lourdes; MELLO, Hildete de. Tempos e Memórias – Movimento Feminista no Brasil. Brasília: SPM, 2010.
BOBBIO, Norberto. Direita e Esquerda. Razões e Significados de uma Distinção Política. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1995.
CARREIRÃO, Yan de Souza. “Ideologia e partidos políticos: um estudo sobre coligações em Santa Catarina”. Opinião Pública, Campinas, v. 12, n. 1, p. 136-163, 2006.
CHAVES, Eduardo dos Santos. “Mulheres de direita, imprensa e o golpe de 1964: a ‘marcha’ noticiada”. Revista História UEG, Morrinhos, v. 10, n. 2, e-022104, 2021.
CIXOUS, Hélène. “Contes de la différence sexuelle”. In: NEGRON, Mara (Org.). Leitures de la Différence Sexuelle. Paris: Des Femmes, 1990.
CRENSHAW, Kimberlé Williams. Demarginalizing the Intersection of Race and Sex: A Black Feminist Critique of Antidiscrimination Doctrine, Feminist Theory and Antiracist Politics. University of Chicago Legal Forum. Article 8, 1989. Disponível em: http://chicagounbound.uchicago.edu/uclf/vol1989/iss1/8. Acesso em agosto de 2025.
DIAS, Adriana Abreu Magalhães. Anacronautas do teutonismo virtual: uma etnografia do neonazismo na Internet. 2007. 197f. Mestrado em Ciências Sociais – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil.
FÁVERI, Marlene de. “Guardiãs da Brasilidade: as mulheres e a educação em Santa Catarina no Estado Novo”. Revista Ártemis, n. 2, 2005. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/artemis/article/view/2345. Acesso em: 29/04/2025.
GOETZ, Anne Marie. “Political Cleaners: How Women are the New Anti-Corruption Force. Does the Evidence Wash?”. Development and Change, v. 38, n. 1, p. 87-105, 2007.
HARDING, Sandra. Ciencia y feminismo. Madrid. Ediciones Morata. 1996.
LAGARDE, Marcela (2005): Los cautiverios de las mujeres: madresposas, monjas, putas, presas y locas. México: UNAM - CEIICH - PUEG.
LOURO, Guacira. “Mulheres em sala de aula”. In: , DEL PRIORE, Mary. História das Mulheres no Brasil. 9 ed. São Paulo: Contexto, 2008. p. 443-481.
HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
IBGE. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. “Censo Demográfico”. IBGE, 2022.
LISBOA, Teresa Kleba. Gênero, classe e etnia – trajetórias de vida de mulheres migrantes. Florianópolis: Editora da Universidade Federal de Santa Catarina; Chapecó: Argos, 2003.
MENIN, Assis Felipe; PEDRO, Joana Maria. “A escola, o gênero e os embates com o neoconservadorismo ‘restaurador’”. Políticas Culturais em Revista, v. 15, p. 291-314, 2022.
MORCILLO, Santiago; MARTYNOWSKYJ, Estefanía; BARBERO, Matías de Stéfano. “‘No estoy en contra del feminismo, pero...’. Reacciones de oposición al feminismo en discursos online en Argentina”. Mora, v. 30, n. 2, p. 109-126, 2024.
MOREIRA, Thaís Batista Rosa. “Permanências, rupturas, transformações: os antifeminismos de ontem e de hoje”. Plural, Revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 77-97, 2024.
NARI Marcela. Políticas de maternidad y maternalismo político. Buenos Aires, 1890-1940, Buenos Aires, Biblos, 2004, 319 p.
PEDRO, Joana Maria; WOLFF, Cristina Scheibe; SILVA, Janine Gomes da. “Desafios dos feminismos na História do Brasil Contemporâneo”. História, São Paulo, v. 41, p. e2022016, 2022.
PINTO, Céli Regina Jardim. Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2003.
PESSOA, Fernanda. “Historiador explica por que Santa Catarina tem tantos grupos neonazistas”. Portal Catarinas, 2023.Disponível em https://catarinas.info/historiador-explica-por-que-santa-catarina-tem-tantos-grupos-neonazistas/. Acesso em 29/06/2025.
PORTELLI, Alessandro. “Tentando aprender um pouquinho. Algumas reflexões sobre a ética na História Oral”. Projeto História, São Paulo, EDUC, n. 15, p. 13-49, 1997.
RAGO, Margareth. “Feminizar é preciso, ou Por uma cultura filógina”. Revista do SEADE, São Paulo, 2002.
ROMÃO, Jeruse. Antonieta de Barros: Professora, escritora, jornalista, primeira deputada catarinense e negra do Brasil. Florianópolis: Cais, 2021.
ROYER, Paulina Sánchez. “Movimiento Neoconservador – Consecuencias para los Derechos de las Mujeres en Chile 2019-2023”. In: VALDIVIESO, Magdalena; CAROSIO, Alba (Coords.). Feminismos en el nudo de ultraderechas y neoconservadurismos radicales. 1 ed. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Clacso, 2025.
SEGATO, Rita Laura. “Aníbal Quijano, o protagonismo da comunidade na história e a politicidade das mulheres: um diálogo com Abdullah Öcalan”. In: SEGATO, Rita Laura. Cenas de um pensamento incômodo: gênero, cárcere e cultura em uma visada decolonial. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2022. p. 229-252.
SOIHET, Rachel. “Zombaria como arma antifeminista: instrumento conservador entre libertários”. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 13, n. 3, p. 591-611, 2005.
SOIHET, Rachel. “Sutileza, Ironia e Zombaria. Instrumentos no Descrédito das Lutas das Mulheres pela Emancipação”. Labrys, n. 4, 2003.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Estudos Feministas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista Estudos Feministas está bajo licencia de la Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0) que permite compartir el trabajo con los debidos créditos de autoría y publicación inicial en este periódico.
La licencia permite:
Compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato) y/o adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material) para cualquier propósito, incluso comercial.
El licenciante no puede revocar estos derechos siempre que se cumplan los términos de la licencia. Los términos son los siguientes:
Atribución - se debe otorgar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se han realizado cambios. Esto se puede hacer de varias formas sin embargo sin implicar que el licenciador (o el licenciante) haya aprobado dicho uso.
Sin restricciones adicionales - no se puede aplicar términos legales o medidas de naturaleza tecnológica que restrinjan legalmente a otros de hacer algo que la licencia permita.


